Como funciona
- 01
Prepare a situação
Combine o tema e os participantes da próxima conversa.
- 02
Simule a conversa
O cliente começa dizendo: “Posso reservar um horário, mas para ver exatamente o quê?” Adapte suas perguntas à resposta dele.
- 03
Revise e tente novamente
Busque um objetivo em comum e os participantes certos. Ter apenas um horário marcado não significa que a reunião esteja preparada.
Como é essa prática?
Ele quer analisar um caso específico com uma colega que usará a ferramenta, sem uma demonstração geral.
O cliente diz: “Posso reservar um horário, mas para ver exatamente o quê?” Veja uma resposta possível.
“Sugiro analisarmos seu processo de aprovação com sua colega. Que caso devemos preparar?”
Que situação praticar?
Uma pessoa de contato confirmou um problema, mas não quer uma demonstração geral. Ela também precisa envolver uma colega que usará a ferramenta no dia a dia.
Relacione a reunião à necessidade mencionada, proponha uma pauta e identifique os participantes antes de falar sobre disponibilidade.

Que frases experimentar?
Adapte-as às suas palavras. Elas servem para praticar uma intenção, não para recitar um roteiro.
- “Para essa conversa, sugiro analisarmos seu caso concreto. Esse é o objetivo certo?”
- “Quem precisa participar para avançarmos nesse assunto?”
- “O que você gostaria de receber antes da reunião?”
Que erros identificar na análise?
Revise suas falas no relatório da chamada e procure estes pontos.
- Oferecer horários sem confirmar o motivo da reunião.
- Prometer que tudo será decidido durante a reunião.
- Esquecer de confirmar os participantes, o formato e os próximos passos.
Que exercício fazer esta semana?
Encerre cada chamada resumindo o objetivo da reunião e peça ao cliente que confirme. Na análise, verifique se os compromissos estão claros.
Mude apenas um elemento por vez. Uma simulação não garante resultados nas suas chamadas reais. Ela oferece um espaço para praticar. Veja as simulações de chamadas e os planos e preços.

